Politica

Garotinho se reúne sem revelar destino partidário

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Ainda sem anunciar um novo destino partidário, após ser destituído da presidência regional do Partido da República (PR), o ex-governador Anthony Garotinho comandou nesta quinta-feira uma reunião no Clube Municipal, na Tijuca, no Rio de Janeiro.
Ao lado da esposa, a ex-governadora e ex-prefeita de Campos, Rosinha — que assim como ele foi presa no fim do ano passado na operação Caixa d’Água —, Garotinho voltou a falar em injustiça e perseguição, deixando mais uma vez claro o seu desejo de retornar ao Governo do Estado. Ele aproveitou para comentar a decisão do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba e da juíza substituta Caroline Vieira Figueiredo, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, que determinou a transferência de Sérgio Cabral para o Paraná.
O número de participantes do encontro não foi divulgado oficialmente pelos organizadores, mas havia políticos e militantes de várias cidades do Rio, já que a ideia inicial era reestruturar o PR em todos os municípios de olho na eleição deste ano. De Campos, além do deputado Bruno Dauaire (PR), Wladimir Garotinho (PR) e Thiago Virgílio (PTC), que fizeram o uso da palavra, também estavam presentes os vereadores Kellinho (PR), Linda Mara (PTC), Ozéias (PSDB) e Miguelito (PSL).
Ao comentar a situação partidária de Garotinho, Thiago Virgílio indagou: “Qual partido não quer Garotinho? Ele já recebeu vários convites. No Rio, ele transformou vários partidos em grandes (…) Tem gente que está no PR e na hora que Garotinho escolher o seu destino vai junto. Quem sai perdendo é o PR. Nós não temos partido, o nosso partido é o Garotinho. Isso que estão fazendo não é nada, pois o ex-governador é osso duro de roer”, destacou.
Já Garotinho lembrou o caso da suposta agressão que sofreu dentro do presídio em Benfica. Na decisão de ontem que determinou a transferência de Cabral, constam informações sobre possíveis falhas no sistema de câmera da cadeia. O marido de Rosinha denuncia manipulação nas imagens que não mostraram o suspeito entrando na sua carceragem.
Sobre o seu destino político, o ex-governador disse que sua saída do PR é uma armação, mas não revelou de quem, mantendo o suspense. “Nós temos até o final de março. ‘São as águas de março fechando o verão, é promessa de vida’ do nosso coração. Vamos aguardar e fazer nosso dever de casa (…) Que o PR vá com a bandalheira de Michel Temer, que nós não ganhamos nada com esse povo”, afirmou.
Folha 1

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